Quem escreve, abre mundos

Ferreira Gullar

Ferreira Gullar, pseudônimo de José Ribamar Ferreira (São Luís, 10 de setembro de 1930 – Rio de Janeiro, 4 de dezembro de 2016), foi um poeta, escritor, crítico de arte, biógrafo, tradutor, memorialista e ensaísta brasileiro, reconhecido como um dos principais e mais importantes poetas brasileiros da segunda metade do século XX. Ganhou notoriedade nacional em 1954 com a publicação de A Luta Corporal, livro de poemas experimentais que procuravam explorar o caráter gráfico da poesia, tendo, posteriormente, se envolvido com o concretismo paulista e criado, junto com Hélio Oiticica e Lygia Clark, o neoconcretismo. Na década de 1960, filiou-se ao comunismo e protestou contra a ditadura militar, pelo que se dedicou à poesia lírica e social, produzindo poemas marcantes de linguagem acessível e sonoridade plásticas, a exemplo de Traduzir-se, Dois e dois: quatro, Homem Comum e Não há vagas. Perseguido politicamente, exilou-se na década de 1970, onde concebeu o Poema Sujo, sua magnum opus de cer

Nascimento: 10/09/1930 · São Luís · Brasil · Maranhão

Obras no catálogo

A estranha vida banal

Ferreira Gullar

1989

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A luta corporal

Ferreira Gullar

1994

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A luta corporal e novos poemas

Ferreira Gullar

1966

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Antologia crítica

Ferreira Gullar

2015

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Antologia poética

Ferreira Gullar

1977

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Argumentação contra a morte da arte

Ferreira Gullar

1993

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Arte brasileira hoje

Ferreira Gullar

1973

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Arte contemporânea brasileira

Ferreira Gullar

2012

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Bananas podres

Ferreira Gullar

2011

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Barulhos, 1980-1987

Ferreira Gullar

1987

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Cidades inventadas

Ferreira Gullar

1997

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Crime na flora, ou, Ordem e progresso

Ferreira Gullar

1986

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Cultura posta em questão

Ferreira Gullar

1965

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Dentro da noite veloz

Ferreira Gullar

1975

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Dirty poem =

Capa de Dirty poem =

Ferreira Gullar

1990

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Em alguma parte alguma

Ferreira Gullar

2010

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Etapas da arte contemporânea

Ferreira Gullar

1985

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Experiência neoconcreta

Capa de Experiência neoconcreta

Ferreira Gullar

2007

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Ferreira Gullar

Ferreira Gullar

1980

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